O PODER DA PALAVRA Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador). No tribunal, o caluniador disse ao juiz: - comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu: - Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã, volte para ouvir a sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse: - Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem! - Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão! Ao que o juiz respondeu: - Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!
Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.
Moral da História:
No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se! Quem ama não vê defeitos. Quem odeia não vê qualidades e quem é amigo vê as duas coisas!
Redação Instituto Você |
COMO VOCÊ LIDA COM AS ADVERSIDADES? Enviado por Ana Maria da Cunha Santos Uma filha se queixou ao seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela. Ela não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater, sem alcançar nenhum resultado. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro aparecia. Seu pai, um ‘chef’ de cozinha, levou-a ao seu local de trabalho. Ali, encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e na última colocou pó de café. Deixou que tudo fervesse sem dizer uma palavra, apenas olhava e sorria para sua filha enquanto esperava.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou a boca fogão. Retirou os ovos e os colocou em um recipiente, pegou as cenouras e as colocou em um prato e finalmente pegou o café com uma concha e o colocou em uma tijelinha.
Virando-se para sua filha, perguntou: - Querida, o que você vê? ‘Ovos, cenouras e café’, foi sua resposta. Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole de café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Surpreendida e intrigada, a filha perguntou: ‘O que isto significa pai’?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: a água fervendo. Só que haviam reagido de maneira diferente. A cenoura entrou na água, forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetido à água fervendo, ela amoleceu e se tornou frágil.
Os ovos entraram na água, frágeis. Sua casca fina havia protegido seu líquido interior, mas depois de terem sido fervidos, seu interior se tornou mais endurecido. O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervendo, ele havia mudado a água.
Qual dos três elementos é você? Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde? Ele perguntou a sua filha: Você é do tipo cenoura, ovo ou pó de café? Qual dos três elementos é você? Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde sua força?
Será que você é um ovo, que começa com um coração maleável, com um espírito fluído, mas depois de alguma morte, uma separação, uma doença ou uma demissão, você se torna mais difícil, duro e inflexível? Sua casca parece a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito inflexíveis?
Ou será que você é como o pó de café? O café muda a água fervente, o elemento que lhe causa a dor, quando a água chega ao ponto máximo de sua fervura, ele consegue o máximo de seu sabor e aroma.
Moral da História:
Reaja de forma positiva a qualquer circunstâncias. Se torne alguém cada dia melhor, seja uma pessoa invencível. Seja uma luz que irradia força para todos que te rodeiam. Nós somos responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós, somente a nós, decidir se a crise irá ou não, afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos, resumindo, nossa vida. Vamos procurar ser o café, usando as adversidades para modificar o sabor da existência, com um aroma sempre especial.
Redaçao Instituto Voce |
APRENDA ACEITAR NOVAS FUNÇÕES Um homem morava no alto de uma montanha. Todos os dias descia até o pé da montanha para buscar água. Trazia consigo dois baldes, um balde novinho na mão direita e um velho na esquerda. Enchia-os de água e subia novamente a montanha. Passado um tempo, começou a notar que o balde velho chegava lá em cima quase sem água. Foi quando percebeu que ele estava todo rachado e vinha perdendo a água pelo caminho. Diante disso, o homem concluiu que aquele balde havia se tornado inútil e resolveu encostá-lo num canto. Agora só usava o balde novo.
Certo dia, observou lindas flores crsecendo apenas um lado do caminho... Era justamente do lado pelo qual ele passava com o balde rachado. Então se deu conta de que o balde velho havia se tornado um importante regador. O balde velho ainda era útil.
Moral da História:
Se numa época desempenhamos uma função que hoje já não podemos mais exercer, outra função surgirá e continuaremos a ser úteis. O que vai mudar é a maneira de contribuirmos no meio em que vivemos.
Para que minha vida se transforme - Maria salette e Wilma Ruggeri |
ECO DO DESAMOR Por Elaine Campos Um menino passeava com a sua mãe em um bosque. Ela sentou-se um pouco e ele continuou a caminhar. Por brincadeira, ele gritou perguntando: "Tem alguém aí?" Para sua surpresa, ouviu a mesma pergunta. - Quem é você? - gritou de novo. Obteve como resposta a mesma pergunta. Irritado com aquilo, começou a xingar e a insultar o desconhecido que lhe repetia as palavras. Sem conseguir vencer a discussão, correu de volta até a mãe e contou-lhe o que estava acontecendo. Ela percebeu que o menino estava tendo problemas com seu eco, e aconselhou-o a voltar e tentar fazer amizade com o desconhecido, dizendo-lhe palavras amáveis. O garoto obedeceu e pouco depois voltou dizendo que seu tímido amigo havia lhe respondido com palavras agradáveis também. Moral da História: Muitas vezes os problemas que temos com as outras pessoas são decorrência da maneira como as tratamos. Elas são apenas ecos do nosso desamor e antipatia. Mas se simplesmente nos aproximarmos dela, dando-lhes um pouco de atenção e dispondô-nos a ouvi-las, não teremos poucas surpresas ao descobrir naquele ser tão antipático e grosseiro, aos nossos olhos, alguém amável. Essa deveria ser nossa prática mais comum: sempre tomarmos a iniciativa de amar o próximo. Redação Instituto Você |
Criatividade para Motivar Um famoso general mongol havia conquistado com as suas tropas uma extensa região da Ásia Central. Seus soldados estavam agora exaustos e saudosos do lar, mas o general desejava prosseguir e capturar a grande cidade de Samarkhan, defendida por um exército cinco vezes maior do que o seu. Ele tinha certeza de que poderiam vencer, mas seus homens estavam relutantes. O general convocou-os então e juntos erigiram um altar, no qual rezaram pedindo inspiração aos deuses. No final da cerimônia, o general tomou uma grande moeda de ouro e disse que iria lançá-la ao ar para ver o que os deuses determinariam. Se caísse com a cara para cima, seria sinal de que os soldados obteriam uma vitória estrondosa.
A moeda caiu com a cara para cima e, inspirados pelos deuses, os soldados avançaram e conquistaram com facilidade a cidade.
Após a batalha, um dos soldados comentou com o general:
- Quando nos mostram que os deuses estão conosco, nada pode alterar nosso destino!
O general concordou com uma risada e mostrou ao soldado a moeda que tinha cara em ambas as faces.
História Chinesa do livro: Histórias da Alma, Histórias do Coração, Christina Feldman e Jack Kornfield - Editora Pioneira.
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